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dc.creator Carbone, Rocco
dc.date.accessioned 2026-05-20T16:23:23Z
dc.date.available 2026-05-20T16:23:23Z
dc.date.issued 2018
dc.identifier.citation Carbone, R. (2018). Sicorax. Conexão Letras, 13(20), 77-91.
dc.identifier.issn 2594-8962
dc.identifier.uri http://repositorio.ungs.edu.ar:8080/xmlui/handle/UNGS/2916
dc.description Revista con referato
dc.description Fil: Carbone, Rocco. Universidad Nacional de General Sarmiento. Instituto del Desarrollo Humano; Argentina.
dc.description Fil: Carbone, Rocco. Consejo Nacional de Investigaciones Científicas y Técnicas; Argentina.
dc.description.abstract Calibán, Sicorax, Miranda, Ariel, Próspero -que son personajes de The Tempest shakespereana- entraman uno de los mitos más densos de las literaturas latinoamericanas. En este trabajo, pretendo formular una lectura de ese mito en función de las reverberaciones entramadas por Aimé Césaire en una de sus obras teatrales: Une tempête. La hipótesis de trabajo alrededor de la cual se articulan las reflexiones es que Miranda es sujeto de la colonización tanto como Calibán. Dos: Sicorax y Miranda pertenecen al grupo de los oprimidos. Pero Césaire, en su drama emancipatorio (descolonizante) es incapaz de verlo. Postula una programática descolonizante, pero parcial, que se corresponde más de lo que estamos dispuestos a creer con el mito shakesperiano-colonizador. En este sentido, no es posible aprobar sin reservas su versión, dado que tiene puntos de ceguera por lo que concierne a la condición femenina. Para llevar a cabo esta lectura, metodológicamente, se hará pie: 1) en un repaso latinoamericano de obras que recuperan y reformulan la metafórica shakesperiana, 2) en una "tercera posición" (francesa) representada por Ernest Renan, 3) en la postura arielista o de lxs intelectuales (en el contexto colonial), 4) en la concepción del sistema colonial-esclavista (incluyendo las categorías de colonización, colonialismo, raza, género y Estado). El objetivo es formular una interpretación de Sicorax y Miranda tensada entre la escritura de Shakespeare y la de Césaire. Todo esto para poner en foco, politizando en presente, el caso de Milagro Sala en la Argentina.
dc.description.abstract Caliban, Sycorax, Miranda, Ariel, and Prospero—characters from Shakespeare's *The Tempest*—form one of the most complex myths in Latin American literature. In this work, I intend to formulate a reading of this myth based on the reverberations woven by Aimé Césaire in one of his plays: *Une tempête*. The working hypothesis around which these reflections are structured is that Miranda is a subject of colonization just as Caliban is. Second, both Sycorax and Miranda belong to the group of the oppressed. But Césaire, in his emancipatory (decolonizing) drama, is unable to see this. He postulates a decolonizing program, but a partial one, which corresponds more closely than we are willing to believe to the Shakespearean-colonizing myth. In this sense, it is not possible to endorse his version without reservation, given its blind spots regarding the female condition. To carry out this reading, the methodology will be based on: 1) a Latin American review of works that recover and reformulate Shakespearean metaphor, 2) a "third position" (French) represented by Ernest Renan, 3) the Arielist stance or that of intellectuals (in the colonial context), and 4) the conception of the colonial-slave system (including the categories of colonization, colonialism, race, gender, and the State). The objective is to formulate an interpretation of Sycorax and Miranda that is fraught between the writing of Shakespeare and that of Césaire. All of this serves to bring into focus, and politicize in the present, the case of Milagro Sala in Argentina.
dc.description.abstract Caliban, Sycorax, Miranda, Ariel e Próspero — personagens de *A Tempestade*, de Shakespeare — formam um dos mitos mais complexos da literatura latino-americana. Neste trabalho, pretendo formular uma leitura desse mito a partir das reverberações tecidas por Aimé Césaire em uma de suas peças: *Une tempête*. A hipótese central que norteia essas reflexões é a de que Miranda é um sujeito da colonização, assim como Caliban. Em segundo lugar, tanto Sycorax quanto Miranda pertencem ao grupo dos oprimidos. Mas Césaire, em seu drama emancipatório (descolonizador), não consegue enxergar isso. Ele postula um programa descolonizador, porém parcial, que corresponde mais de perto do que estamos dispostos a acreditar ao mito colonizador shakespeariano. Nesse sentido, não é possível endossar sua versão sem reservas, dados os seus pontos cegos em relação à condição feminina. Para realizar esta leitura, a metodologia basear-se-á em: 1) uma revisão latino-americana de obras que recuperam e reformulam a metáfora shakespeariana; 2) uma “terceira posição” (francesa) representada por Ernest Renan; 3) a postura arielista ou a dos intelectuais (no contexto colonial); e 4) a concepção do sistema colonial-escravista (incluindo as categorias de colonização, colonialismo, raça, gênero e Estado). O objetivo é formular uma interpretação de Sycorax e Miranda que se situe entre a escrita de Shakespeare e a de Césaire. Tudo isso serve para trazer à luz, e politizar no presente, o caso de Milagro Sala na Argentina.
dc.format application/pdf
dc.language spa
dc.publisher Universidade Federal do Rio Grande do Sul
dc.rights info:eu-repo/semantics/openAccess
dc.rights https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0/
dc.source Revista Conexão Letras. Jul-Dic. 2018; 13(20): 77-91
dc.source.uri https://seer.ufrgs.br/index.php/conexaoletras/issue/view/3491
dc.subject Teatro negro
dc.subject Colonización
dc.subject Género
dc.subject Descolonización
dc.subject Black Theater
dc.subject Colonization
dc.subject Gender
dc.subject Decolonization
dc.subject Teatro Negro
dc.subject Colonização
dc.subject Gênero
dc.subject Descolonização
dc.subject.classification Lengua y Literatura
dc.title Sicorax
dc.type info:eu-repo/semantics/article
dc.type info:ar-repo/semantics/artículo
dc.type info:eu-repo/semantics/publishedVersion


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