El artículo explora las mutaciones en las prácticas de los profesionales de la salud en el contexto de la covid-19. Se centra en “el área covid” de un hospital de la provincia de Buenos Aires, Argentina, buscando conocer el reordenamiento del espacio y rutinas hospitalarias, y las formas de comunicar la muerte. En un período corto de tempo se observan ajustes en las prácticas profesionales e intentos de nuevas rutinas y rituales. En el vínculo médico/paciente y en la forma de comunicar una muerte se condensan tanto las acciones “excepcionales” (que vulneram rutinas) como intentos de recuperar técnicas de cuidado vinculados al paradigma de la medicina humanizada.
The article explores the mutations in the practices of health professionals in the context of covid-19. It focuses on “the covid area” of a hospital in the province of Buenos Aires, Argentina, seeking to know the rearrangement of hospital space and routines, and the ways of communicating death. In a short period of time, adjustments in professional practices and attempts at new routines and rituals are observed. In the doctor/patient relationship and in the way of communicating a death, both “exceptional” actions (which violate routines) and attempts to recover care techniques linked to the paradigm of humanized medicine are condensed.
O artigo explora as mutações nas práticas dos profissionais de saúde no contexto da covid-19. O foco recai na “área covid” de um hospital na província de Buenos Aires, Argentina, buscando compreender a reorganização do espaço e das rotinas hospitalares, bem como as formas de comunicação da morte. Em um curto período, observam-se ajustes nas práticas profissionais e tentativas de novas rotinas e rituais. Na relação médico-paciente e na forma de comunicação da morte, condensam-se tanto ações “excepcionais” (que violam rotinas) quanto tentativas de recuperar técnicas de cuidado vinculadas ao paradigma da medicina humanizada.