Judíos e identidades locales en el mundo visigodo

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dc.creator Laham Cohen, Rodrigo Jaime
dc.creator Castro, Dolores
dc.date.accessioned 2026-01-14T18:24:02Z
dc.date.available 2026-01-14T18:24:02Z
dc.date.issued 2025
dc.identifier.citation Laham Cohen, R. J., y Castro, D. (2025). Judíos e identidades locales en el mundo visigodo. Journal of Medieval Iberian Studies, 17(3), 315–336.
dc.identifier.issn 1754-6559
dc.identifier.uri http://repositorio.ungs.edu.ar:8080/xmlui/handle/UNGS/2709
dc.description Revista con referato
dc.description Fil: Castro, Dolores. Consejo Nacional de Investigaciones Científicas y Técnicas; Argentina.
dc.description Fil: Castro, Dolores. Universidad Nacional de General Sarmiento. Instituto de Ciencias; Argentina.
dc.description Fil: Laham Cohen, Rodrigo Jaime. Universidad Nacional de San Martín. Escuela de Humanidades; Argentina.|Fil: Laham Cohen, Rodrigo Jaime. Consejo Nacional de Investigaciones Científicas y Técnicas; Argentina.
dc.description.abstract Una y otra vez los concilios visigodos manifestaron la preocupación de las elites religiosas y políticas por la supuesta continuidad de poblaciones judías (o con pasado judío) dentro del reino de Toledo. La ´peste´, el ´error´ y la ´secta´ parecían amenazar con su blasfemia e infidelidad cada rincón, cada comunidad, de la Hispania cristiana del siglo VII. Sin embargo, ni las actas conciliares ni las fuentes teológicas del período reconocían a este colectivo una adscripción geográfica específica. El judío estaba –y tenía que estar– en todas partes, pero no estaba en ninguna. ¿Qué papel desempeñaba el elemento geográfico y espacial en la definición de una identidad judía desde la perspectiva cristiana? ¿Qué rol tenía lo judío en la identidad local? ¿Por qué, más allá de tópicos y epítetos tradicionales, la mayor parte de las fuentes del período no hablan de un judío situado? A partir de estos interrogantes, este trabajo se propone revisitar la documentación escrita y arqueológica del siglo VII, con el fin de analizar la presencia, la ausencia –¿o la privación?– de una geografía para los judíos y observar en qué contextos y circunstancias específicas este elemento toma relevancia. Proponemos, por lo tanto, pensar lo judío como parte constitutiva de las identidades locales y no como una anomalía.
dc.description.abstract Visigothic councils repeatedly raised the concern of the religious and political elites about the alleged continuity of Jewish populations (or those with a Jewish past) within the kingdom of Toledo. The ‘plague’, the ‘error’, and the ‘sect’ seemed to threaten with their blasphemy and infidelity every corner, every community, of 7th century Christian Hispania. However, neither the conciliar acts nor the theological literature of the period recognized a specific geographical location for this group. The Jew was – and had to be – everywhere, but was nowhere. What role did geography and space play in defining a Jewish identity from a Christian perspective? What part did Jewishness have in local identity? Why, beyond traditional topics and labels, do most sources of the period not speak of a situated Jew? Based on these questions, this paper aims to review the written and archaeological documentation of the 7th century, to analyze the presence, absence – or deprivation? – of geography for the Jews and to observe in which specific contexts and circumstances this issue becomes relevant. We, therefore, aim to understand Jewishness as a constituent part of local identities and not as an anomaly.
dc.description.abstract Os concílios visigóticos suscitaram repetidamente a preocupação das elites religiosas e políticas quanto à alegada continuidade das populações judaicas (ou com um passado judaico) no reino de Toledo. A “peste”, o “erro” e a “seita” pareciam ameaçar, com sua blasfêmia e infidelidade, todos os cantos, todas as comunidades da Hispânia cristã do século VII. Contudo, nem as atas conciliares nem a literatura teológica da época reconheciam uma localização geográfica específica para esse grupo. O judeu estava – e tinha que estar – em toda parte, mas não estava em lugar nenhum. Que papel desempenharam a geografia e o espaço na definição de uma identidade judaica a partir de uma perspectiva cristã? Que papel teve a judaidade na identidade local? Por que, para além dos temas e rótulos tradicionais, a maioria das fontes da época não menciona um judeu situado? Com ??base nessas questões, este artigo visa analisar a documentação escrita e arqueológica do século VII, a fim de analisar a presença, a ausência – ou a privação? – da geografia para os judeus e observar em que contextos e circunstâncias específicas essa questão se torna relevante. Assim, nosso objetivo é compreender a identidade judaica como parte integrante das identidades locais e não como uma anomalia.
dc.format application/pdf
dc.language spa
dc.publisher Taylor & Francis
dc.relation https://doi.org/10.1080/17546559.2024.2418842
dc.rights info:eu-repo/semantics/restrictedAccess
dc.rights https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0/
dc.source Journal of Medieval Iberian Studies. 2025; 17(3): 315–336
dc.source.uri https://www.tandfonline.com/toc/ribs20/17/3
dc.subject Judíos
dc.subject Visigodos
dc.subject Identidad local
dc.subject Cristianismo
dc.subject judaísmo
dc.subject Península Ibérica
dc.subject Judaísm
dc.subject Late Antiquity
dc.subject Local Identities
dc.subject Iberin Peninsula
dc.subject Antiguidade Tardia
dc.subject Identidades Locais
dc.subject.classification Historia y Arqueología
dc.title Judíos e identidades locales en el mundo visigodo
dc.type info:eu-repo/semantics/article
dc.type info:ar-repo/semantics/artículo
dc.type info:eu-repo/semantics/publishedVersion


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