Gestionar la CTI (i. e. ciencia, tecnología e innovación) entraña un alto nivel de complejidad y relevancia económica y social para un país como para dejarla librada a la improvisación. Los sucesivos planes de CTI formulados en Argentina desde 1998 hasta el año 2023 parecen hacerse eco de la idea señalada.El objetivo del presente trabajo es analizar los cuatro procesos de planificación estatal de la CTI, haciendo foco en los logros, las brechas entre lo planificado y realizado, las invariancias y los desafíos futuros de la planificación de la CTI en Argentina.Se trata de un estudio explicativo, de carácter cuali-cuantitativo, abordado empíricamente mediante cuatro estudios de caso, complementados por fuentes primarias y secundarias de naturaleza cuantitativa. Del análisis de los planes, se observará un proceso evolutivo de la capacidad planificadora estatal, no exento de brechas, invariancias, continuidades y desafíos futuros del sendero evolutivo de la CTI en Argentina.
Managing STI (i.e., science, technology, and innovation) involves a high level of complexity and significant economic and social relevance for a country, making it too important to leave it to improvisation. The successive STI plans formulated in Argentina from 1998 to 2023 seem to reflect this idea. The objective of this paper is to analyze the four processes of state planning for STI, focusing on the achievements, the gaps between what was planned and what was achieved, the continuities, and the future challenges of STI planning in Argentina. This is an explanatory study, of a mixed-methods (qualitative and quantitative) nature, empirically approached through four case studies, complemented by primary and secondary sources of a quantitative nature. The analysis of these plans will reveal an evolutionary process in state planning capacity, not without gaps, continuities, and future challenges along the evolutionary path of STI in Argentina.
A gestão de CTI (ciência, tecnologia e inovação) envolve um alto grau de complexidade e significativa relevância econômica e social para um país, tornando-a essencial demais para ser deixada à improvisação. Os sucessivos planos de CTI formulados na Argentina de 1998 a 2023 parecem refletir essa ideia. O objetivo deste artigo é analisar os quatro processos de planejamento estatal para CTI, com foco nas conquistas, nas lacunas entre o planejado e o realizado, nas continuidades e nos desafios futuros do planejamento de CTI na Argentina. Trata-se de um estudo explicativo, de métodos mistos (qualitativo e quantitativo), abordado empiricamente por meio de quatro estudos de caso, complementados por fontes primárias e secundárias de natureza quantitativa. A análise desses planos revelará um processo evolutivo na capacidade de planejamento estatal, não isento de lacunas, continuidades e desafios futuros ao longo da trajetória evolutiva da CTI na Argentina.