Gustavo Ruggiero lee a Paulo Freire, emblema de la educación popular en América Latina. Se trata de una lectura delicada, parsimoniosa y poética de una obra que sabemos extensísima, amasada sobre la base de una observación vivaz que acaso podríamos denominar como filosofía popular de la praxis (síntesis de la biblioteca y los movimientos sociales), elaborada junto con lxs hijxs del pueblo: estudiantes niñxs y adolescentes de clase trabajadora urbana y del incesante movimientismo campesino. Un libro inscripto en los márgenes sensibles de una filosofía de la educación que tañe cuerdas profundas de la condición humana: la opresión, la libertad, las formas (des)colonizantes de la razón popular que un instante de pedagogía rebelde puede volver un acto afirmativo: una nueva manera de leer el mundo.
Gustavo Ruggiero reads Paulo Freire, an emblem of popular education in Latin America. It is a delicate, deliberate, and poetic reading of a body of work we know to be extensive, forged from a lively observation that we might call a popular philosophy of praxis (a synthesis of the library and social movements), developed in collaboration with the children of the people: students, children, and adolescents from the urban working class and from the tireless peasant movements. This book is inscribed on the sensitive margins of a philosophy of education that strikes at the deep chords of the human condition: oppression, freedom, the (de)colonizing forms of popular reason that a moment of rebellious pedagogy can transform into an affirmative act: a new way of reading the world.
Gustavo Ruggiero lê Paulo Freire, um emblema da educação popular na América Latina. Trata-se de uma leitura delicada, deliberada e poética de uma obra que sabemos ser extensa, forjada a partir de uma observação perspicaz que poderíamos chamar de filosofia popular da práxis (uma síntese entre a biblioteca e os movimentos sociais), desenvolvida em colaboração com os filhos do povo: estudantes, crianças e adolescentes da classe trabalhadora urbana e dos incansáveis ??movimentos camponeses. Este livro se inscreve nas margens sensíveis de uma filosofia da educação que toca as cordas profundas da condição humana: opressão, liberdade, as formas (des)colonizadoras da razão popular que um momento de pedagogia rebelde pode transformar em um ato afirmativo: uma nova maneira de ler o mundo.