El movimiento estudiantil de arquitectura en Argentina ha llamado la atención de diversos historiadores de las universidades por su magnitud, la profundidad de sus críticas y la construcción de espacios alternativos. Para las décadas de 1960 y 1970, se habla de radicalización política del actor estudiantil debido a que profundiza la vinculación de las prácticas académicas y la militancia política. Para volver sobre estos procesos, este artículo apunta a indagar en la configuración histórica del actor estudiantil en la Facultad de Arquitectura y Urbanismo de la Universidad de Buenos Aires, para comprender cómo fue gestando sus espacios, discursos, prácticas y estrategias. Como fuente principal se recurre a las revistas de arquitectura de la época, las cuales permiten visualizar el impacto de este actor en las instituciones y el discurso público, así como sus diálogos con otros actores de la comunidad universitaria y del campo profesional.
The student architecture movement in Argentina has garnered the attention of various university historians due to its scale, the depth of its critiques, and the construction of alternative spaces. During the 1960s and 1970s, the student movement underwent a period of political radicalization, deepening the connection between academic practices and political activism. To revisit these processes, this article aims to explore the historical configuration of the student body at the Faculty of Architecture and Urbanism of the University of Buenos Aires, seeking to understand how it developed its spaces, discourses, practices, and strategies. The primary source is the architecture journals of the time, which reveal the impact of this student movement on institutions and public discourse, as well as its dialogues with other actors within the university community and the professional field.
O movimento estudantil de arquitetura na Argentina tem atraído a atenção de diversos historiadores universitários devido à sua escala, à profundidade de suas críticas e à construção de espaços alternativos. Durante as décadas de 1960 e 1970, o movimento estudantil passou por um período de radicalização política, aprofundando a conexão entre as práticas acadêmicas e o ativismo político. Para revisitar esses processos, este artigo busca explorar a configuração histórica do corpo discente da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de Buenos Aires, procurando compreender como desenvolveu seus espaços, discursos, práticas e estratégias. A principal fonte são os periódicos de arquitetura da época, que revelam o impacto desse movimento estudantil nas instituições e no discurso público, bem como seus diálogos com outros atores da comunidade universitária e do campo profissional.