El artículo se ocupa del trabajo asociativo autogestionado, constitutivo de la economía social y solidaria, y de las diversas modalidades de trabajo desplegadas en la economía popular. Define su interés principal en términos de su invisibilidad estadística y la consecuente desprotección como sujetos de derechos. En esta línea, se propone reconstruir algunas piezas de la historia (breve, por cierto) de la aparición de las cooperativas y el trabajo autogestionado en estadísticas nacionales, y al mismo tiempo destacar aquellas experiencias internacionales que podrían resultar valiosas para impulsar experiencias similares en la Argentina. Para ello, el primer apartado describe sucintamente los colectivos laborales a los que se alude. En segundo lugar, se mencionan las experiencias nacionales que produjeron (y algunas aún lo hacen) datos estadísticos acerca del trabajo asociativo autogestionado y de la economía popular. El tercer apartado identifica los principales aportes y limitaciones de las estadísticas, en términos generales, para dimensionar el trabajo asociativo autogestionado. El cuarto y quinto apartado visitan experiencias internacionales acerca de la construcción de estadísticas sobre cooperativas, en particular promovidas por la Organización Internacional del Trabajo, y luego por los gobiernos de Ecuador y costa Rica. En las reflexiones finales se subrayan algunos puntos destacados de este recorrido y se trazan posibles caminos para hacer visible a una parte importante del trabajo que permite la reproducción de la vida.
The article deals with self-managed associative work, constitutive of the social and solidary economy, and of the different modalities of work deployed in the popular economy. It defines its main interest in terms of its state invisibility and its consequent lack of protection as subjects of rights. In this line, it is proposed to reconstruct some parts of the history (briefly, for sure) of the appearance of cooperatives and self-managed work in national statistics, and at the same time highlight those international experiences that could prove valuable to promote similar experiences in Argentina. For that, the first section briefly describes the labor collectives to which it is alluded. Secondly, mention is made of national experiences that produced (and some have produced) statistical data on self-managed associative work and the popular economy. The third section identifies the main contributions and limitations of statistics, in general terms, to measure self-managed associative work. The fourth and fifth section visits international experiences regarding the construction of statistics on cooperatives, in particular promoted by the International Labor Organization, and carried out by the governments of Ecuador and Costa Rica. In the final reflections, some highlighted points of this journey are highlighted and they bring possible paths to make visible an important part of the work that allows the reproduction of life.
O artigo ocupa o trabalho associativo autogestionado, constitutivo da economia social e solidária, e das diversas modalidades de trabalho desplegadas na economia popular. Defina seus interesses principais em termos de sua invisibilidade estatística e a conseqüente desproteção como sujetos de direitos. Nesta linha, propomos reconstruir algumas peças da história (breve, por certo) da aparição das cooperativas e do trabalho autogestionado em estatísticas nacionais, e ao mesmo tempo destacando aquelas experiências internacionais que poderiam resultar benéficas para impulsionar experiências semelhantes na Argentina. Para isso, o primeiro apartado descreve sucintamente os coletivos laborais aos quais se alude. Em segundo lugar, mencionamos as experiências nacionais que produziram (e algumas vezes até agora) dados estatísticos sobre o trabalho associativo autogerido e a economia popular. O terceiro apartamento identifica os principais esportes e limitações das estatísticas, em termos gerais, para dimensionar o trabalho associativo autogestionado. O quarto e o quinto apartado visitaram experiências internacionais sobre a construção de estatísticas sobre cooperativas, em particular promovidas pela Organização Internacional do Trabalho e depois pelos governos do Equador e da Costa Rica. Nas reflexões finais, alguns pontos destacados deste percurso são subtraídos e são trazidos caminhos possíveis para tornar visível uma parte importante do trabalho que permite a reprodução da vida.